quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Hulk não resolve, mas Zenit passa pelo Anderlecht e segue vivo na briga

 O Zenit superou o Anderlecht no sufoco, por 1 a 0, debaixo de chuva e num frio de 6° no Estádio Petroviski. Hulk  teve boa atuação no primeiro tempo, mas não o suficiente para decidir a partida. O time russo marcou com Kerzhakov, num pênalti discutível na etapa final. O triunfo alivia um pouco a situação em São Petesburgo, já que garante os primeiros três pontos da equipe de Luciano Spalletti na Liga dos Campeões. 


A vitória também embola um pouco a briga no Grupo C da competição. Agora terceiro colocado na classificação, o Zenit larga a lanterna justamente nas mãos do Anderlecht, que segue com um ponto e em situação muito complicada na briga.  
As duas equipes voltam a se enfrentar em duas semanas, só que na Bélgica, pela quarta rodada, em duelo que será fundamental para as pretensões de ambos no torneio. O líder Málaga e o vice Milan ainda se enfrentam nesta quarta e, no atual contexto, são os favoritos na briga pelas duas vagas às oitavas.
Nesta temporada, as equipes  entraram em campo duas vezes pela competição e não tinham vencido até aqui. Situação ainda pior era a do Zenit, derrotado nas duas primeiras rodadas, diante do Málaga (3 a 0) e do Milan (3 a 2) - nesta oportunidade em duelo no qual dominou durante boa parte da partida. Já os belgas, ao menos, tiraram pontos dos italianos em pleno San Siro na estreia. 
Hulk é o destaque do Zenit na primeira etapa
A etapa inicial transcorreu de maneira equilibrada, tanto na posse de bola quanto em chutes a gol, embora a impressão fosse a de que o Zenit dominasse. Ao menos as chances russas eram mais claras. Numa delas, aos 18 minutos, Hulk assustou. Em cobrança de falta da entrada da área, ele mandou uma bomba rente à trave.
O Anderlecht também criava, e Gillet bem que poderia ter deixado os visitantes em vantagem aos 26. O camisa 30 belga invadiu a área com muita liberdade e, sem muito ângulo, tentou o toque para o meio. Muito displicente, errou o passe e perdeu chance clara. Pouco antes, Jovanovic já havia jogado para fora uma boa oportunidade, ao errar o alvo frente a frente com Malafeev.
Com o tempo, o jogo caiu. O Zenit seguia tendo em Hulk sua grande peça para armar as jogadas ofensivas. Quase todas as bolas passavam pelo brasileiro, destaque da equipe russa na primeira etapa. Ainda assim, ele não conseguiu resolver, e os times desceram para o vestiário com o placar em branco. Era a primeira vez que o Zenit saia para o intervalo sem ter sofrido gols nesta Liga dos Campeões.
Pênalti polêmico
O segundo tempo começou da mesma maneira: morno, com equipes que sofriam para criar boas oportunidades, e um Hulk participativo. Foi o brasileiro, inclusive, o primeiro a deixar os rivais apreensivos, após Wasilewski cometer falta próxima à área. O camisa 29 foi para a cobrança e, em jogada ensaiada sem a devida precisão, acertou a barreira.
Aos 23, o russo Vladimir Bystrov, que entrara no lugar de Fayzulin pouco antes, apareceu em boas condições, mas errou o alvo, perdendo uma das raras chances da segunda etapa. Também não fez muita falta. Logo depois, num lance confuso, em cobrança de falta rápida, Jovanovic derrubou Anyukov na área, e o juiz deu pênalti para o Zenit. Kerzhakov foi para a cobrança e guardou, aos 26.
O gol acendeu um pouco a equipe belga. O que se viu na metade final foi o time visitante com maior posse de bola, pressionando o adversário no campo de defesa, embora faltasse criatividade na busca por algo maior. O maior susto foi  uma finalização de De Sutter para fora nos acréscimos. Melhor para Hulk e companhia, que conseguem vencer pela primeira vez nesta edição da Liga dos Campeões e seguem sonhando com a classificação.
in globoesporte


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Hulk diz que só a vitória contra o Anderlecht deixará o Zenit vivo no grupo C

Nesta quarta-feira, o Zenit recebe o Anderlecht, pela terceira rodada do grupo C da Liga dos Campeões da Europa. 

Os russos estão na lanterna da chave sem nenhum ponto ganho. Já os belgas estão na terceira posição com um ponto conquistado.

Para o atacante Hulk só a vitória interessa ao time de São Petersburgo, caso queira seguir com chances de classificação às oitavas de final.

“Infelizmente iniciamos a Liga dos Campeões mal. São duas derrotas. Perdemos em casa na última rodada da Liga dos Campeões. Agora vamos receber o Anderlecht na quarta-feira. É um jogo muito importante. Para nós que queremos ficar vivos nesta Liga dos Campeões, temos que ganhar este jogo para voltarmos a ter chance de passar na fase de grupos da Liga dos Campeões” , disse o brasileiro.

Na primeira rodada, o Zenit perdeu para o Málaga-ESP por 3 a 0 e depois foi derrotado para o Milan por 3 a 2.


in futnet.com.br

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Brasileiros dedicam música a Hulk

Dois cantores brasileiros decidiram fazer uma música em homenagem a Hulk, antigo avançado do F.C. Porto, atualmente no Zenit. Não faremos muitos comentários sobre o resultado final. Dependerá do gosto de cada um. Aqui fica:


in maisfutebol

domingo, 21 de outubro de 2012

«Antero Henrique liga-me todos os dias» - Hulk

Hulk não esquece o FC Porto. O incrível, que trocou os dragões pelo Zenit, tece rasgados elogios aos bicampeões nacionais.

«Os adeptos do FC Porto, com certeza, vão ficar no meu coração. Tive uma boa relação não só com o Porto, mas com a Direção, jogadores e adeptos. Cr
iámos uma amizade, e hoje o diretor do Porto (Antero Henrique) liga-me a perguntar se estou bem», assinala o brasileiro em entrevista ao programa Esporte Espetacular da Rede Globo. 

in abola

Hulk revela que sofre pressão por ser o jogador mais caro de 2012

Da origem simples ao topo do mundo. Nascido em Campina Grande, Hulk é o único filho homem da família e sempre batalhou para ajudar em casa. Hoje, é o jogador mais caro da última janela de transferência do futebol europeu. Já jogou no Japão, em Portugal, e atualmente vive na Rússia. Vendido para o Zenit por cerca de R4 143 milhões, o jogador sabe da sua importância no futebol mundial.
- Hoje tem aquela pressão maior. A gente procura sempre manter o pé no chão, independentemente de qualquer coisa - disse.
Hulk saiu cedo do Brasil. Sem oportunidades no país, ele foi para o Japão por um salário melhor. Mesmo com a distância, a vontade de fazer sucesso na seleção brasileira sempre prevaleceu.
- Eu tenho uma vontade e um sonho, que é jogar na seleção brasileira. Graças a Deus consegui realizar esse sonho - contou.
Hulk comemora gol do Brasil contra a Argentina (Foto: Mowa Press)
Quando foi convocado pela primeira vez, Hulk era desconhecido pela maioria dos brasileiros. Hoje ele se diz grato ao treinador Mano Menezes pela oportunidade e afirma que lutou muito para conquistar uma vaga no time.
- Quando o Mano me chamou, fiquei muito feliz. Seu eu continuasse jogando bem no Porto, ganhando títulos e com um destaque individual, com certeza teria essa oportunidade.
Com novos talentos surgindo, a dificuldade de se manter na seleção brasileira é enorme. Mas Hulk tem um incentivo maior. As próximas competições motivam o jogador mais caro do mundo a continuar vestindo a amarelinha.
- Minha meta é estar na Seleção sempre. Duas competições que vão ter agora, a Copa das Confederações, e depois a mais importante, a Copa do Mundo no Brasil, são um sonho para qualquer jogador. A gente sabe que as disputas são grandes e são muitos jogadores de qualidade – afirmou.
Antes de se tornar atacante da Seleção, Hulk já fazia sucesso, principalmente em Portugal. Considerado ídolo pela torcida do Porto, hoje ele agradece o carinho que o recebeu do clube desde o começo.
- A torcida do Porto, com certeza, vai estar no meu coração. Tive uma boa relação não só com o Porto, mas com diretoria, jogadores e torcida. Criamos uma amizade, e hoje o diretor do Porto me liga perguntando se estou bem.
Se em Portugal a recepção foi boa, já no novo time, o Zenit, foi diferente. Ao chegar, Hulk enfrentou problemas internos com colegas que não gostaram do valor pago na compra do jogador.
- Dois jogadores vieram falar, e acho que a diretoria do clube não gostou porque foi a público. Eles acabaram sendo afastados, mas acho que, fora isso, depois não teve mais nada.
Hulk comemora gol do Zenit contra o Milan (Foto: Reuters)
Sem falar russo, o jogador está se adaptando à nova vida. Pelo menos o frio não assusta. Acostumado a jogar em baixas temperaturas, ele conta com sua experiência para conquistar a torcida do Zenit.
- Já joguei com o Porto em muitos lugares frios e nem por isso deixei de jogar e fazer o meu trabalho. Mas eu acho que a adaptação é logicamente diferente. Graças a Deus, estou conseguindo me sair bem e me adaptando rápido – concluiu.

Vê neste link a entrevista ao Esporte Espetacular:
http://globotv.globo.com/rede-globo/esporte-espetacular/v/hulk-diz-que-sofre-pressao-por-ser-o-jogador-mais-caro-de-2012/2200929/
in globoesporte

sábado, 20 de outubro de 2012

Hulk falha o jogo do Zenit em Vladikavkaz


Hulk viu um cartão amarelo aos 43 minutos de jogo contra o Kuban, que foi o seu quarto na temporada até agora. Antes deste, Hulk viu amarelo nos jogos contra o Krylya Sovetov, Lokomotiv e Krasnador. Assim, Hulk não poderá estar em campo, no dia 27 de Outubro, em Vladikavkaz, quando o Zenit receber o Alania.
O próximo jogo do Zenit será dia 24 de Outubro para a Liga dos Campeões, frente ao Anderlecht da Bélgica e, nesse jogo, Hulk poderá jogar. O primeiro golo do Zenit na recente edição da Liga dos campeões foi apontado por Hulk, no último jogo contra o AC Milan. 

in en.fc-zenit.ru

Fotos: Kuban 0-1 Zenit


Kuban FC 0-1 Zenit FC

Com Witsel e Hulk (este substituído aos 74 minutos), mas sem Danny nem Bruno Alves, o Zenit São Petersburgo venceu este sábado por 1-0 o Kuban Krasnodar, em partida da 12.ª jornada do principal campeonato da Rússia.

O único golo da partida foi apontado bem perto do intervalo, através de grande penalidade convertida por Kerzhakov, depois de o árbitro ter considerado que um jogador do Kuban jogou a bola com a mão dentro da área.

Com esta vitória, a equipa de São Petersburgo passa a somar 24 pontos, a cinco do líder Anzhi, que também hoje venceu o Spartak Moscovo por 1-2.


in abola

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Fotos: treino para o Zenit - Kuban

Hulk quer estar nos Dragões de Ouro

O incrível vai tentar conseguir autorização para se deslocar à cidade invicta

A cerimónia de entrega dos Dragões de Ouro relativos à época 2011/12 foi agendada para 29 de outubro, pelas 21h30, no Coliseu do Porto, à imagem do que já aconteceu no ano passado. 

A presença de Hulk é uma incógnita, mas é intenção dos portistas receberem o jogador brasileiro, não só para lhe entregarem o prémio de "Atleta do Ano", mas também para o fazerem sentir o carinho dos portistas, como aconteceu há um ano com Villas-Boas, que até saiu de forma menos pacífica do que o Incrí
vel. A presença de Hulk depende somente do Zenit, uma vez que também o brasileiro quer estar na cerimónia. 

Os russos jogam a 27 e, depois, novamente a 2 de novembro, para o campeonato. Para vir ao Porto, Hulk teria de falhar as sessões de dia 29 e 30 e é isso que Luciano Spaletti tem de autorizar. A situação é aguardada com expectativa.


in ojogo

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

«Hulk complementa o ataque» - Mano Menezes

Mano Menezes e Hulk (foto ASF)Após as vitórias sobre o Japão (4-0) e Iraque (6-0), o selecionador do Brasil diz que está mais perto da equipa ideal que irá representar o país no Campeonato do Mundo de 2014.

«Tivemos alguns obst
áculos, mas agora estamos a aproximar-nos daquilo que queremos. É óbvio que marcar dez golos em dois jogos é muito, é fora do normal, mas o importante é o que a equipa produziu para conseguir esses golos. Estes resultados devem-se ao facto de a equipa estar a tomar forma», disse Mano Menezes, destacando a importância do ex-jogador do FC Porto, Hulk, na manobra ofensiva da equipa: 

«Temos três jogadores de ataque muito técnicos (Óscar, Kaká e Neymar), mas não podemos fazer uma equipa só com jogado
res com essas características. Hulk tem poder físico, é um estilo de ameaça diferente para os adversários porque complementa os outros três.»

in abola

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Fotos: Brasil 4-0 Japão

Jogou muito bem, venceu e conveceu



Mais uma atuação para ninguém colocar defeito na Seleção. Defesa sólida, meio-campo combativo e ataque eficiente. Nesta terça-feira, na Polônia, o time do técnico Mano Menezes goleou o Japão por 4 a 0. Paulinho, Neymar (dois) e Kaká marcaram os gols do Brasil.
Tem sido a toada da Seleção Brasileira em 2012. Marcação forte desde a saída de jogo adversária, manutenção da posse de bola e efetividade na frente do gol. Foi exatamente assim que o time de Mano Menezes comandou a partida contra o Japão desde o início do primeiro tempo. Com menos de 15 minutos, Paulinho acertou um belo chute de fora da área e abriu o placar.
O volante quase marcou outro gol antes de o Brasil ampliar com Neymar. Kaká fez boa tabela com o lateral-direito Adriano, entrou na área e o juiz marcou pênalti. O camisa 11 bateu com a força e eficiência de sempre e fez 2 a 0 para a Seleção.
Dono da partida, o Brasil viu o seu goleiro ser testado algumas vezes na primeira etapa, mas Diego Alves esteve bem em todos os lances. E ainda antes de sair para o intervalo, o ataque da Seleção mostrou mais uma vez que está esbanjando categoria. Neymar trabalhou com Kaká, que tocou com categoria para o gol, mas a bola bateu caprichosamente na trave.
Sem alterações na equipe na volta para o segundo tempo, o time do técnico Mano Menezes continuou dominando as ações da partida. Tanto que não demorou para Neymar ampliar o placar. No primeiro escanteio para o Brasil no jogo, o camisa 11 dominou bonito no peito, escorregou na hora do chute, mas contou com a sorte e viu a bola ir parar do fundo das redes após desviar no zagueiro japonês.
Quando Mano Menezes já preparava a primeira substituição da Seleção, Giuliano entraria no lugar de Hulk, Neymar lançou Kaká em velocidade pela esquerda. Na sua principal característica, assim como já havia feito contra o Iraque, o camisa 8 arrancou, passou pelo zagueiro e bateu cruzado para fechar o placar. 4 a 0 Brasil.
in cbf.com.br

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Último treino: agora é o Japão


A Seleção Brasileira encerrou hoje pela manhã os preparativos para enfrentar o Japão, nesta terça-feira, às 14h10 (9h10 de Brasília).
O treinamento foi no moderno e bonito Estádio Miejski, cenário de três jogos da Eurocopa 2012 e local do jogo de amanhã contra o Japão, que deverá ter grande público.
Mano Menezes comandou novo treinamento tático, dessa vez com o time titular sem Marcelo, desconvocado - o jogador já retornou a Madri - e Ramires que, com indisposição, ficou no hotel em tratamento.
O técnico vai divulgar a escalação da equipe somente uma hora antes do jogo, pois ainda vai definir os substitutos de Marcelo e Ramires, este se for vetado.
Após o treino tático, os jogadores se exercitaram em cobranças de falta.
in cbf.com.br

Hulk estranha revolta com alto salário na Rússia: "me deixa triste"

Hulk diz que clima no Zenit está melhorando após revolta de dois companheiros por seu salário. Foto: ReutersO ano de 2012 está sendo agitado para Hulk. Ao mesmo tempo em que ganhou espaço na Seleção Brasileira e se firmou como opção de Mano Menezes para a Copa do Mundo de 2014, o atacante teve seu futebol contestado com veemência pelo ídolo Romário e concluiu uma transferência para o Zenit que provocou uma crise no clube. Mas, enquanto as notícias vindas da Rússia indicam uma situação tensa com as reclamações de seu companheiro em relação ao seu alto salário, Hulk conta em entrevista exclusiva ao Terra uma versão menos preocupante de seu início de vida no país.

"Os jogadores, mesmo sem saber o mesmo idioma, chegavam e tentavam conversar comigo. Perguntavam se eu estava bem, se eu estava gostando. Só teve de estranho o comentário dos dois", contou Hulk, referindo-se a Denisov e Kerzhakov, jogadores que foram afastados do time depois de reclamarem publicamente sobre o salário do reforço contratado por 60 milhões de euros (cerca de R$ 158,8 milhões). "Isso me deixa triste porque é um grupo, e um grupo tem que estar fechado para poder ver resultado. Graças a Deus está melhorando", completou.

A imprensa russa ainda noticiou que haveria um boicote de outros jogadores a Hulk e que uma bomba falsa com o retrato do atacante tinha sido colocada no CT do Zenit. O brasileiro diz desconhecer as duas situações e tenta se afastar da polêmica que provocou até a declaração do presidente do país Vladimir Putin. "Jamais ia ficar no país se houvesse isso", conta.
Assim como quer o fim das polêmicas na Rússia, Hulk diz que a crise com Romário está superada. Em entrevista concedida em Wroclaw, onde se concentra com a Seleção para o amistoso contra o Japão, o atacante conta que não ficou magoado pelo ídolo ter contestado seu futebol e sua transferência para o Zenit e fala sobre a sua relação com o torcedor brasileiro. "Estou sendo mais reconhecido".
Confira a entrevista com Hulk na íntegra:
Por por ter construído a carreira longe do Brasil seu nome causava estranheza no torcedor nas primeiras convocações. Você acha que hoje os brasileiros já reconhecem seu futebol e querem você na Seleção?
Eu acho que estou sendo mais reconhecido através dos jogos do Brasil. Ninguém perde um jogo aqui. Daí acabam conhecendo. Eu joguei por três anos no Japão e o pessoal não vê muito futebol japonês. Depois, joguei quatro anos no Porto, mas o pessoal vê mais a Liga dos Campeões. Daí tinha que me destacar nela para chamar a atenção de todos. Estou cavando meu espaço na Seleção, estou jogando bem. Então espero continuar assim para ficar na Seleção.
No começo, quando se apresentava à Seleção, você sentia que precisava mostrar mais que os outros jogadores?
Lógico. Sem dúvida. Nem por conhecer ou não conhecer. São muitos jogadores de qualidade. Então tem que aproveitar para não sair. Têm muitos querendo entrar, então a gente sabe da concorrência e tem que fazer o máximo para ficar na Seleção.
Qual você acha que foi a importância daquele gol no Morumbi (o gol da vitória por 1 a 0 diante da África do Sul em 7 de setembro) para essa tentativa de conquistar o torcedor?
Acredito que ajudou sim. Sempre quando está fazendo gol, está jogando, está aparecendo mais. O torcedor está vendo e começa a gostar mais. Isso ajuda bastante. Também lá em Recife (amistoso Brasil x China), eu que sou nordestino, fui muito bem recebido. Agradeço ao carinho de todos e graças a Deus correu tudo bem. A cada jogo que passo na Seleção me sinto mais confiante.
Você chegou a ser mais festejado do que o Neymar lá no Recife. Te surpreendeu?
Surpreendeu, lógico. É claro que ia ser bem-recebido por ser nordestino, mas não esperava como foi. Agradeço ao carinho de todos. Sempre que puder carregar o nome do Nordeste, vou carregar da melhor forma possível.
A sua trajetória na Olimpíada teve uma convocação atribulada por conta da crítica do Romário, um começo como titular, um final na reserva e um mês depois uma transferência para a Rússia. Em algum momento você temeu perder espaço na Seleção ?
Não, até porque as oportunidades estão sendo dadas. O Mano está observando, está dando oportunidade assim como aos outros, e eu procuro aproveitar e dar o máximo pela Seleção. Não acho que por ter ido ao Campeonato Russo eu vou sumir. Eu acho que a comissão técnica do Brasil me conhece muito bem e sabe como eu jogo. Tenho certeza que não é porque eu estou na Rússia ou outro país que seja que vão se fechar as portas na Seleção.
Como é jogar ao lado do Neymar? Realmente você enxerga ele como um jogador fora do comum e no mesmo nível dos grandes nomes do futebol de hoje?
É um grande jogador. Tem uma qualidade muito boa e com certeza vai crescer muito e vai ser um grande nome do futebol mundial. Eu acho que já é, mas quando digo que vai ser é em relação ao que o (Cristiano) Ronaldo e o Messi são hoje.
Agora com Kaká de volta, o ataque da Seleção estreou uma nova formação ofensiva contra o Iraque. Qual é o futuro que você enxerga neste quarteto?
Lógico que procuro dar um passo atrás do outro. Não dá para querer dar 10 de uma vez. Tem que ter pés no chão. Correu tudo bem, são jogadores todos de grande qualidade. O Kaká todo mundo já sabe como é. O Neymar é um grande jogador, todos conhecem. O Oscar tem uma qualidade impressionante também. Isso facilita muito. Não dá para dizer que esse vai ser o quarteto da Copa porque tem muito jogador de qualidade que pode entrar no grupo. Faltam dois anos ainda, então tem que pensar jogo após jogo.
Eu sei que você já falou disso algumas vezes, mas agora que já passou um bom tempo vale perguntar de novo. Ficou alguma mágoa pelas críticas do Romário? O quanto elas mexeram com você?
Em nenhum momento me deixou triste. Até porque tem uma frase que todo mundo conhece e eu levo por esse lado: 'críticas não me abalam, elogios não me iludem'. Podem me criticar à vontade até porque as contas de casa quem paga sou eu. Então pode criticar. O Romário todo mundo sabe é um grande jogador, um dos meus ídolos como o Ronaldo Fenômeno. Eu respeito por tudo que ele foi e pelo que ele representou para o País.
Mas pelas críticas terem partido do Romário, uma personalidade que todo mundo conhece, você se sentiu pressionado para mostrar trabalho ou nem passou pela sua cabeça isso?
Na minha cabeça não passou. Lógico que é o Romário e, pelo nome que tem mundialmente, um comentário dele todo mundo vai querer ler, vai querer ver. Mas eu acho que acaba por não influenciar torcedores brasileiros. Como eu disse, em nenhum momento eu fiquei triste porque eu tenho que estar bem para poder fazer meu trabalho. De nenhuma forma depois disso ele vai deixar de ser meu ídolo. Foi meu ídolo e vai continuar sendo meu ídolo.
Para a gente que está no Brasil, as notícias que chegam da Rússia são um pouco assustadoras sobre a reação à sua contratação no Zenit. Realmente está complicada a sua adaptação fora de campo, mas difícil que esperava?
Não tá complicado. Tá difícil porque nos primeiros jogos não conseguimos ganhar. Depois vieram as derrotas e tudo. Mas não houve quase nada do que falaram. Esse negócio de bomba nunca existiu. Se existisse não estaria mais lá. Com certeza teria ido embora. Fui muito bem recebido. O que me deixou triste foi os jogadores terem sido afastados por ir a público falar uma coisa e nem eu sei o que falaram direito. Fiquei sabendo pela imprensa brasileira quando comecei a ler. Isso me deixa triste porque é um grupo, e um grupo tem que estar fechado para poder ver resultado. Graças a Deus está melhorando. Tenho certeza que eles logo vão voltar a jogar e nos ajudar.
Algum jogador do elenco já conversou pessoalmente com você dando apoio ou explicando o motivo da reação?
Não chegou ninguém para falar mal nem para falar bem. Eu achei estranho também que quando cheguei fui bem recebido. Os jogadores vinham, mesmo sem saber o mesmo idioma, chegavam e tentavam conversar comigo. Perguntavam se eu estava bem, se eu estava gostando. Só teve de estranho o comentário dos dois. O Denisov e o Kerzhakov. Kerzhakov ele já voltou, está conosco e nos ajudou, espero que o Denisov volte também para acabar essas notícias e começar a vir os resultados positivos para o Zenit.
Então a história da bomba falsa com a sua foto não existiu? 
Não, não existiu. Se existisse teria pegado a minha família e ido embora da Rússia. Isso nunca existiu. Se existisse uma coisa desta, seria assustador. Jamais ia ficar no país se houvesse isso. Fui bem recebido pela diretoria, pela comissão técnica e pelos jogadores. Acho que não teve nada disso.
A sua família que ficou no Brasil (pai e mãe. Sua mulher e filho já estão na Rússia) ligaram assustadas? 
Não. Eu nem sabia de nada disso, cheguei na concentração e o Bruno Alves (companheiro de Zenit) abriu o site e me mostrou. Eu disse não estou sabendo disso não. Daí chamamos o tradutor e ele falou a mesma coisa. Comunicamos a diretoria e nos disseram que nunca existiu isso, que iam entrar com processo com quem escreveu aquilo. Então não sei o que aconteceu. Até porque ninguém comentou nada comigo, está todo mundo bem e tal. Então acho que até que eu saiba não houve nada disso.
Especificamente sobre a questão do salário, o clube chegou a falar com você e dar apoio? 
O diretor chegou a falar comigo. Para eu ficar tranquilo, mas nada de negócio de salário não. Falaram só negocio de resultado. Ele viu que eu estava querendo o máximo, fazendo gol e tudo, mas as vitórias não estavam vindo.
in esportes.terra.com.br

Hulk: "Me adapto rápido a qualquer coisa"


O frio, o idioma, as diferenças culturais: todos poderiam ser motivos para que Givanildo Vieira de Souza, o Hulk, tivesse problemas para se adaptar a sua nova casa, a Rússia, onde defende o Zenit São Petersburgo desde o início de setembro.

Mas, no caso desse paraibano de Campina Grande, a ideia de ter dificuldade para se adaptar a algo simplesmente não existe. Nunca existiu. Desde muito cedo, o atacante da Seleção Brasileira aprendeu que, para ele, as oportunidades não viriam pelo caminho fácil: ele é que teria que ir atrás delas. Às vezes, ir muito longe. Foi sobre essa história que ele falou ao FIFA.com:


Você viveu um caminho diferente: saiu muito cedo do país, para um lugar diferente como o Japão, e fez sucesso sem ter jogado no futebol brasileiro. Essa é a sua história: se adaptar sempre?
Eu saí do Brasil muito cedo: com 18 anos. Na época era uma oportunidade muito boa, embora eu soubesse que precisaria me adaptar. Por um lado é bom ter passado por isso, mas, por outro, não tanto. Saí muito cedo e só fui ser conhecido aí no Brasil através do FC Porto e da Seleção. Mas sou feliz por essa passagem no Japão.

Como foi desembarcar no Japão tão cedo?
Quando eu cheguei, era completamente diferente daquilo que eu imaginava. Achava que seria difícil me adaptar, mas foi muito fácil. Pensava que ia ter mais dificuldade, por ser um país completamente diferente do Brasil, mas encontrei um país que oferecia tudo; uma grande estrutura. E, nos clubes em que joguei, sempre havia brasileiros para me ajudar.

E, antes disso, ainda houve uma passagem por Portugal ainda quando juvenil?
Exatamente. Fui para Portugal com 15 anos de idade. Na época eu estava no Corinthians, em São Paulo, fazendo teste, e meu procurador me ligou: “vamos lá para Portugal”. Eu arrumei as malas e fui. Passei um ano e aprendi bastante: morava e treinava com o pessoal do profissional.

Isso foi durante testes no Corinthians, mas você teve uma passagem mais longa pelas categorias de base do São Paulo, não?
Pois é, eu estava no São Paulo. Passei seis meses lá e, então, meu procurador me disse que eu ia para o Vitória, porque lá ia poder assinar contrato como profissional. Fui para o Vitória, assinei o contrato e fiquei dois anos por lá.

Você parece que não tem medo de mudar; de fazer o que for possível para ter uma chance...
É lógico. É assim que tem que ser, né? As oportunidades vão aparecendo e a gente tem que correr atrás, independente de onde seja e do que enfrentar. Eu sempre fui e sempre agradeci a Deus pelas chances que tive. Passei por muita dificuldade, mas hoje tenho o resultado.

Em algum momento você achou que sua carreira se limitaria ao futebol asiático, ou sempre achava que chegaria à Europa?
Passei três anos e meio no Japão e, depois de um primeiro ano de adaptação, no segundo ano fui segundo artilheiro da segunda divisão, depois fui o artilheiro... E então meu empresário dizia que tinha o sonho de me ver jogando na Europa. Foi quando veio a oportunidade de ir para o FC Porto, onde eu passei quatro anos incríveis da minha vida.

Não ter jogado no Brasil dificulta para ganhar carinho do torcedor da Seleção?
Ahh... Dificulta um pouco, até porque mesmo hoje, depois de muitos jogos meus pela Seleção, ainda tem aquela interrogação, né? Nem todo mundo me conhece, nem todo mundo sabe como eu jogo. Saí muito cedo do Brasil: joguei só 70 e poucos minutos como profissional. Então, é normal que haja essa interrogação quando se fale de mim.

Quantos minutos como profissional?
(risos) Pois é, foram 70 e poucos minutos. Minha estreia foi contra o Fluminense, no Barradão, quando eu entrei no segundo tempo e o outro foi contra o Internacional, no Beira-Rio. Perdemos por 2 a 1, mas até que eu entrei bem.

E nessa época, taticamente, você já jogava mais ou menos da maneira como joga hoje?
Mudou um pouco por causa da maneira como os times brasileiros costumam atuar, usando mais o 4-4-2, enquanto na Europa em geral se utiliza mais o 4-3-3. Com isso, então, aqui eu acabo jogando mais aberto.

Mas, mesmo no Brasil, você nunca foi um típico centroavante, não?
Não, nunca fui centroavante mesmo. Sempre mais um segundo atacante, que cai pelas beiradas, se movimenta, vem buscar a bola. Mas na Europa eu passei a jogar ainda mais aberto. Só que também já atuei muito como atacante mesmo, pelo meio.

E sempre mais pela direita, apesar de ser canhoto?
É, sempre. Foi natural. Sempre gostei de jogar por aquele lado e, felizmente, sempre tive treinadores que me ajudaram. O Jesualdo Ferreira, por exemplo, foi um que me ajudou demais quando cheguei à Europa: sempre conversou muito comigo e fez com que eu ficasse muito à vontade dentro e fora do campo.

Qual foi a diferença que mais chamou sua atenção ao deixar a Ásia para ir jogar na Europa?
Na Europa, o que existe muito é o respeito à disposição tática. Os jogadores respeitam mais suas funções dentro do campo. Então, eu cheguei e tive um pouco de dificuldade, porque me via tendo que voltar muito para marcar. Hoje já tenho mais facilidade para isso.

Muita gente se deixa enganar pelo seu porte físico: parece que você é só um cara forte, e não veloz e habilidoso como de fato é...
Verdade. Como não me conhecem, por causa do porte físico às vezes têm a impressão errada mesmo: ‘ah, então ele deve ser de um estilo mais trombador’, quando na verdade eu nunca fui jogador de trombar muito, mas um que gosta de jogar: de pegar a bola, partir para cima... Só isso de chutar forte é que vem desde pequeno. (risos)

E como foi a adoção desse apelido?
Foi desde criança, desde os três anos de idade, porque eu gostava muito do personagem, o Hulk, e falava para o meu pai que eu era forte, que tinha a força. Aí meu pai falou: “tá bom, então, você é o Hulk”. E até hoje me chamam assim. Para ajudar, ainda cresci um garoto forte, então caiu bem. (risos)

Com toda essa desconfiança da torcida, por outro lado, você precisou de muito pouco para ganhar a confiança do Mano Menezes, não?
Acho que a principal prova disso foi o fato de ele ter me levado à Olimpíada, e ainda mais como um dos três acima do limite de 23 anos. Fiquei muito feliz com aquilo. Infelizmente não conseguimos trazer o ouro, mas foi uma oportunidade que procurei aproveitar ao máximo.

Você se surpreendeu ao saber que estava na lista?
No início do ano, por exemplo, nem poderia imaginar que teria essa chance. Mas, depois dos amistosos no meio do ano (contra Dinamarca, Estados Unidos, México e Argentina), já comecei a achar que meu nome poderia estar na lista.

Como você ficou sabendo da convocação?
Fiquei sabendo pela convocação mesmo. Claro que ele já tinha dito para que ficasse à espera, para continuar treinando, mas ainda não havia confirmação. Sabia que era para ficar esperto e que tinha chances, mas só virou certeza mesmo na hora do anúncio.

Essa série de amistosos acabou se tornando um marco na sua carreira?
Acho que sim. Foi quando tive mais tempo para jogar: quatro jogos e em todos eles eu fui titular. Era a oportunidade de que eu precisava para conseguir mostrar qual era meu futebol e o que poderia oferecer. Nesses quatro jogos, fiz três gols e acho que joguei bem. Então, acho que ali foi o ponto forte para a minha carreira com a Seleção.

E essa nova realidade de ser convocado para a Seleção acabou fazendo com que você reencontrasse um velho conhecido, o David Luiz, não?
(risos) Pois é... A gente não jogou junto no Vitória, porque ele era uma categoria abaixo da minha: quando ele estava no júnior, eu já estava no profissional. Mas eu lembro muito bem dele: até no São Paulo a gente se encontrou. No período em que eu treinei lá ele também estava. Nós nos encontramos no São Paulo, no Vitória, fomos rivais em Portugal – eu pelo FC Porto e ele pelo Benfica – e, depois disso tudo, fomos nos encontrar na Seleção. Foi muito legal.

Você falou muito em sua chegada sobre o projeto do Zenit de montar uma grande equipe. Que aspectos desse projeto te chamaram a atenção?
Durante todo o mercado de transferências houve várias especulações envolvendo meu nome, o interesse de vários clubes grandes, mas as propostas não agradaram nem ao FC Porto nem a mim. E eu havia conversado com o (Luciano) Spalletti antes mesmo de fechar com o Zenit. Ele me falou muito bem do clube, falou sobre a grande estrutura que existe e o projeto de montar uma grande equipe. Eu vim e, de fato, encontrei uma grande estrutura e um projeto ambicioso. Tenho certeza de que, no futuro, o Zenit vai ser um dos grande times da Europa.

Para esta temporada, qual é o grande objetivo da equipe?
Claro que ser campeão russo é importante, mas o grande objetivo acho que é ir bem na Champions: perdemos os dois primeiros jogos, mas ainda não há nada perdido. Temos condições e qualidade para passar de fase.

Você jogou a UEFA Champions League assim que chegou ao FC Porto. É uma competição especial para as equipes do continente?
Eu cheguei ao clube e imediatamente já disputei a Champions. É o torneio mais importante, sempre, porque é quando sabemos que estão reunidas as melhores equipe e os melhores jogadores. É muito legal de jogar. Ainda mais nos casos, por exemplo, de equipes de Portugal e Rússia, cujos campeonatos não são tão transmitidos mundo afora como os de Inglaterra, Itália, etc. Com certeza não vou estar sumido: vou estar marcando gols e aparecendo sempre. O Mano sempre diz para todos nós que está sempre de olho, independente do campeonato e do time.

Você falou sobre como se adaptou facilmente ao Japão. E agora, qual tem sido a dificuldade para se adaptar à Rússia?
Sinceramente, nenhuma: a cidade é uma das mais bonitas que já conheci na vida. Ainda não consegui conhecer tudo, mas só pelo caminho até o centro de treinamento, o pouco que vi, é incrível. E o clube tem uma estrutura boa. Então, de verdade, não tenho problemas.

O fato de ter saído tão cedo de casa, e depois do Brasil, te ajuda a se adaptar tão tranquilamente a mudanças tão drásticas?
Ah, sem dúvida. Acaba que eu me adapto rápido a qualquer coisa, porque saí de casa muito cedo. Para quem saiu para o Japão aos 18 anos e se adaptou, qualquer coisa é fichinha. (risos).

in fifa

Hulk: "Quatro anos incríveis no FC Porto"


Avançado do Zenit recorda a passagem pelos dragões, em entrevista ao site da FIFA, e destaca Jesualdo Ferreira como um dos treinadores "mais importantes" da sua carreira
Givanildo Vieira de Souza - Hulk, como é conhecido no mundo do futebol - trocou o FC Porto pelos russos do Zenit mas não esquece a passagem pelos dragões. Em entrevista divulgada no site da FIFA, o avançado brasileiro recorda que foi o clube da cidade invicta que o levou a ser "conhecido no Brasil", assim como a importância do técnico português Jesualdo Ferreira, actualmente ao serviço do Panathinaikos.

"Passei três anos e meio no Japão e, depois de um primeiro ano de adaptação, no segundo fui o segundo melhor marcador da segunda divisão e depois fui o primeiro... Foi então que surgiu a oportunidade de ir para o FC Porto, onde eu passei quatro anos incríveis da minha vida", começou por dizer Hulk. "Jesualdo Ferreira foi um dos que me deram uma grande ajuda quando cheguei à Europa. Conversava muito comigo e fez com que eu ficasse muito à vontade dentro e fora do campo", continuou.

"Zenit será grande na Europa"

O ex-avançado do FC Porto não tem dúvidas quanto ao valor da equipa Russa. Segundo Hulk, O Zenit tem "um projeto ambicioso"e será um dos grandes eur
opeus "em pouco tempo".

"Spalletti falou-me muito bem do clube, falou sobre a grande estrutura que existe e o projeto de montar uma grande equipa. Eu vim e, de facto, encontrei uma grande estrutura e um projeto ambicioso. Tenho certeza de que, no futuro, o Zenit vai ser um dos grandes da Europa".

in ojogo

domingo, 14 de outubro de 2012

Treino tático para aprimorar entrosamento


A Seleção Brasileira realizou proveitoso treinamento tático neste domingo em Wroclaw. Durante 35 minutos, Mano Manezes comandou a atividade, em que frequentemente paralisava as ações para orientar os jogadores sobre o melhor posicionamento.
O time trabalhou, primeiramente, as ações ofensivas. Depois, o time se posicionou para as ações defensivas, tendo em vista o que foi analisado pelo técnico no jogo que Mano Menezes assistiu na sexta-feira, em Paris, em que o Japão venceu a França por 1 a 0.
Terminado o trabalho tático, os jogadores treinaram tecnicamente. Foi nesta parte que Marcelo torceu o pé direito, motivo pelo qual o médico Rodrigo Lasmar o levou a uma clínica de Wroclaw para fazer exame de imagem.
Nesta segunda-feira, o treinamento será às 11 horas (6 horas de Brasília), no Estádio Miejski, local do jogo de terça-feira contra o Japão, às 14h10 (9h10 de Brasília).
in cbf.com.br

sábado, 13 de outubro de 2012

Hulk: "Japão será difícil adversário"

Hulk atuou três anos no Japão. Até hoje é querido por lá, tem admiradores que o fazem ser grato pela temporada que passou no país.

Ele conta nesta entrevista à CBF TV que atuou com alguns jogadores da atual seleção japonesa, dona de um futebol que passou da correria de antigamente para um padrão de qualidade técnica que a torna um adversário difícil para qualquer seleção de ponta do mundo.

Não foi a toa, portanto, que o Japão venceu a França nesta sexta-feira em Paris, em pleno pelo Stade de France por 1 a 0.

- O Japão tem jogadores de qualidade. Não é só mais correria, que era a sua principal característica. Vamos ter muito trabalho e dificuldade no jogo.

Vê o vídeo das declarações do Incrível neste link:
http://www.cbf.com.br/noticias/selecao-brasileira/2012/10/13/entrevista-hulk



in cbf.com.br